Por que escolhemos o “tudo ou nada”

capas

Montagem com imagens do Catarse, Indiegogo e Kickstarter

Muitas pessoas não entendem a razão de nós do Catarse utilizarmos o método “tudo ou nada”. Caso não esteja familiarizado com o termo, é bem simples: quando você faz um projeto no Catarse e define sua meta, seja ela R$ 100 ou R$ 1 milhão, você só receberá o dinheiro se atingir ou superar essa quantia. Caso não chegue nesse valor, o dinheiro volta para os apoiadores.

Continue reading

#Girlpower – 11 projetos de empoderamento feminino

chegadefiufiu

Uma pesquisa sobre a participação feminina nas campanhas do Kickstarter, maior plataforma de financiamento coletivo do mundo, traz dados espantosos: das 10 campanhas mais bem-sucedidas da plataforma nenhuma foi idealizada por uma mulher. Os dados ainda apontam a baixa presença do sexo feminino entre os apoiadores recorrentes do site americano. Dos participantes do financiamento coletivo no Brasil, 41% são mulheres e 59% são homens de acordo com a pesquisa Retrato do Financiamento Coletivo no Brasil. Um número um pouco mais animador, mas que ainda assim revela desigualdade.

Continue reading

Painéis solares, investimento privado e o debate público

Parking lot west

Na última semana, ganhou destaque em todo mundo um projeto na plataforma indiegogo que pediu US$ 1 milhão para produzir um sistema de pavimentação modular de painéis solares para serem instalados em estradas, estacionamentos, calçadas, ciclovias, parques ou qualquer superfície sob o sol. Feito de um vidro temperado reforçado que, segundo os realizadores do projeto, já passou por vários testes de carga, tração e impacto nos EUA, pagariam o preço da sua produção ao gerar energia para alimentar casas, empresas e os locais onde forem instalados.

Continue reading

O fim de plataformas do nicho de jornalismo no mundo e o ciclo de inovação no Catarse

end

Este que vos escreve, antes de toda essa Catarse se instaurar, costumava ser fotógrafo. Depois de fotógrafo, estudei para ser jornalista. Nada mais óbvio do que me encantar por fotojornalismo. E por isso vibrei quando a plataforma Emphas.is apareceu, em março de 2011, no cenário do crowdfunding mundial. Uma plataforma focada em transformar ensaios fotojornalísticos de alta qualidade em livros. O experimento Emphas.is parecia promissor porque trabalhava dois novos aspectos na época: a mobilização de um nicho específico e o foco do modelo baseado em uma recompensa apenas: livros de fotojornalistas. Recentemente fui checar como o Emphas.is andava, pensando até mesmo em apoiar um dos projetos que por lá estavam hospedados. Me deparei com uma notícia de outubro de 2013, publicada no British Journal of Photography, de que a plataforma havia fechado.

Continue reading