Mais uma semana de projetos incríveis no Catarse!

Durante as Copas do Mundo de futebol, é tradicional ver as ruas pintadas de verde amarelo pelo Brasil afora. Imagine, então, durante a Copa do Mundo de 2014, renomados artistas e alunos reunidos para pintar grandes afrescos de graffiti nos muros das escolas públicas do Rio de Janeiro!
É com esse objetivo futuro que o projeto PAZ quer fazer um piloto da iniciativa em junho deste ano na Escola Municipal Pedro Ernesto, na Lagoa, no Rio de Janeiro. A ideia é fazer oficinas de graffiti para os alunos ao longo de um mês e, depois, pintar os afrescos. O piloto será registrado em vídeo para que o projeto possa ir adiante.
O projeto conta com a participação de grandes grafiteiros como BR e TOZ da FBC (Fleshbeck Crew), JOU e SWK da Santa Crew e de MENT, que acaba de fazer sua primeira exposição solo no Rio de Janeiro.

De experiências musicais com harmonia e ressonância, os músicos Celso Pan e Lucas Baumgratz descobriram que um violão podia andar sozinho quando colocado em frente a uma caixa de som e inventaram uma flauta transversal com um bocal móvel. Através de pesquisas com os mestres de cultura popular do Vale do Paraíba, eles acrescentaram uma viola caipira tocada com slide e descobriram como juntar os achados musicais.
Estamos ansiosos para o financiamento do álbum ser um sucesso para ouvirmos os sensacionais resultados dessas experiências!
Enquanto as esferas de poder público debatem a legislação sobre as bicicletas elétricas, um grupo de designers criou um jogo de realidade aumentada para discutir o uso da bicicleta como transporte urbano.
O Bicicletorama mistura real e virtual e usa a lógica clássica do autorama. Numa tenda escura A pista é projetada no chão e seu traçado é definido por carrinhos reais reconhecidos pelo Kinect. Através de uma bicicleta ligada ao jogo, os jogadores definem a velocidade do deslocamento de acordo com a velocidade que eles pedalam e a direção pelo do guidão da bicicleta.
O projeto quer levantar uma grana para apresentar o projeto no Festival Circo Digital, que acontece entre os dias 21 e 24 de Junho, no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Ao apoiar o projeto, você pode fazer parte do campeonato de bicicletorama que vai acontecer durante o festival

Pela proposta de discutir de frente (ou como preferir) um tema tratado muitas vezes com hipocrisia e preconceito, o PopPorn Festival 2012 é o nosso grande destaque da semana.
Através de 48 horas de uma programação em São Paulo que inclui uma mostra de filmes, eventos de arte, shows musicais, performances, debates, workshops e festas, o festival quer discutir a pornografia e sexualidade, oferecendo um ambiente seguro para a exploração de fantasias íntimas.
Além disso, ainda vai rolar um cabaret comandado pelo The Burlesque Takeover, que teve sua primeira edição financiada através do Catarse.
Uma cantora paraense adota Porto Alegre para viver e dessa mistura brasileira surge a inspiração para um novo show. Depois de financiar a primeira apresentação inteiramente através do Catarse, Raquel Leão retorna para fazer acontecer o Coração Rei, espetáculo que continua a celebrar a diversidade cultural brasileira.
Por acreditarmos que o financiamento colaborativo poder ser uma opção constante para artistas independentes e pela união de experiências tão diferentes dentro da cultura brasileira, queremos ver o projeto acontecer!
O feriado do Dia do Trabalho adiou um pouco o nosso post semanal sobre os destaques entre os projetos que entraram no ar aqui no Catarse na semana passada, mas garantimos que eles continuam novos e fresquinhos

Os segredos do YouTube: série de vídeos tutoriais
Democratização do acesso ao conhecimento técnico da internet levou o projeto do antropólogo Juliano Spyer ao nosso grande destaque da semana.
Ele quer transformar em uma série de vídeos a sua pesquisa de mestrado na Universidade de Londres sobre técnicas e conceitos por trás das produções que fazem sucesso no YouTube, como dos brasileiros PC Siqueira e MysteryGuitarMan.
Financie o Mister M da internet!
Summoner Wars Brasil
Diferentemente da cultura do crowdfunding nos EUA em que os jogos se tornaram um nicho de projetos milionários, nós ainda temos poucas iniciativas nessa área. Por acreditarmos que os jogos no Brasil têm uma grande possibilidade de crescimento, chamamos a atenção para esse projeto.
O Summoner Wars é um jogo de cartas e de destaque no cenário internacional. O projeto da Galápagos Jogos é trazer a linha completa para o Brasil e traduzi-la para o português. Apoie, ganhe suas cartas e torne-se um invocador para conquistar devastado planeta de Ithari.
Solar Ear
A ONG Solar Ear desenvolve aparelhos auditivos de baixo custo com baterias recarregáveis movidos à energia solar, feitos por jovens surdos contratados por eles.
Através da campanha no Catarse, eles querem fazer um site com facilidade de navegação para deficientes auditivos. A ideia é usar o portal como um espaço para que os jovens surdos de todo o mundo possam se comunicar e compartilhar de textos, fotos e vídeos.
Pela causa nobre de inclusão, esse projeto não tinha como não estar na nossa lista de destaques dos Novos e Fresquinhos.
Uma semana de poucos (7), porém, bons projetos. Alguns destaques entre os novos e fresquinhos.

60 anos: Um novo símbolo
A representação da figura humana arqueada e sustentada numa bengala baixa enquanto segura as costas representa pessoas com mais de 60 anos. O aumento da qualidade e da expectativa de vida, porém, tem feito com que muitas pessoas cheguem a essa idade mais saúde do que o retratado.
Para repensar o anacronismo do símbolo e propor uma mudança de pensamento, os realizadores do projeto fizeram uma chamada criativa na rede itsNOON para selecionar dez novos símbolos criados por qualquer pessoa. Os dez escolhidos serão exibidos em 600 bares e restaurantes de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte e Porto Alegre.
Os realizadores querem a contribuição dos apoiadores para pagar aos criadores dos símbolos selecionados e para produção dos cartazes que serão expostos nos bares e restaurantes.
Dream:IN Brasil
E se os sonhos dos brasileiros pudessem ser ouvidos? Além de ouvir os sonhos do homem comum, o projeto Dream:In Brasil quer usá-los para desenvolver novas oportunidades de negócios e políticas públicas.
Num primeiro momento, mais de 200 estudantes de seis universidades brasileiras estão captando em vídeos sonhos e aspirações de pessoas em diversas regiões do país.
Os realizadores do projeto pedem a colaboração para realizar a segunda etapa: um grande conclave nacional com a presença de sonhadores, líderes e estudantes para ver os sonhos coletados e discutir as possibilidades. Todo o material será colocado em plataforma aberta disponível para quem quiser implementar as ideias.
Turno da Madrugada
É um piloto de um seriado televisivo de terror sobre dois vigilantes noturnos que passam suas madrugadas contando lendas e histórias urbanas e regionais que rondam imaginário brasileiro. Só de contar histórias brasileiras e apostar no terror nacional, adoramos o projeto.
Na semana passada, entraram no ar no Catarse 16 projetos, sendo sete deles de música. Os nossos destaques entre os novos e fresquinhos, porém, misturam diferentes áreas e artes para buscar o seu financiamento colaborativo.
A Tupigrafia quer chegar até você
Depois de 12 anos na guerrilha em busca de financiamento para cada edição, a Tupigrafia, revista brasileira de tipografia, caligrafia e type design, chega ao número 10 e quer alcançar os quatro cantos do Brasil e conquistar novos leitores.
Para conseguir isso, os produtores da revista que divulga as principais iniciativas brasileiras nessas áreas e traz o melhor do cenário tipográfico internacional abriu o baú para oferecer alguns itens de colecionador, como pôsteres de lançamentos passados e publicações raras, produzidas em pequena tiragem e impressas com tipos de metal e madeira.
Se você curte tipografia, não pode perder essa chance.
E se tudo que você tocasse entristecesse? Só essa pergunta provocadora foi o suficiente para nos apaixonarmos pelo projeto. Os realizadores do Thomás Tristonho, no entanto, foram muito além.
O projeto envolve um curta-metragem de ficção com o mesmo nome e enredo, um livro infantil com trilhas sonoras originais e o portal “O que é Tristeza Pra Você” – uma série de minidocumentários sobre a tristeza.
Triste mesmo será se essa iniciativa não for financiada… Apoia lá!
Através de um espetáculo de linguagem circense, teatral, lúdica e humorada, o projeto Gari Muccioloco questiona a invisibilidade dos profissionais da limpeza urbana.
Inspirado livremente na obra “Homens invisíveis: retratos de uma humilhação social”, de Fernando Braga da Costa, e complementado por uma pesquisa de campo com garis da cidade de São Paulo, o artista Pedro Muccioloco criou o projeto para abordar temas como o preconceito, exclusão social e sustentabilidade. Tudo a ver com o Catarse o com o financiamento colaborativo.
Cinema Universitário
O quarto e último destaque não é um projeto, mas um nicho que parece ter encontrado no financiamento colaborativo uma maneira de concretizar boas ideias: o cinema universitário.
Dos quatro projetos de Cinema e Vídeo que entraram no ar no Catarse na semana passada, três são projetos de filmes universitários
Onírica – Realizado pelos alunos do Centro Universitário Senac, o curta conta a história de uma menina que nunca sonhou e faz de tudo para sonhar.
Maquete – É um longa dirigido pelo estudante de Rádio e TV na UFRJ Pedro Capello e tem como enredo a reunião de seis pessoas para montar a maquete de uma cidade, até que uma delas deixa o grupo e o desestabiliza.
O Virundum – É um curta criado por estudantes de audiovisual da Unb. Francisco Osório é um personagem que tem o tique-nervoso de cantar na hora errada.
Nesta semana fizemos um post sobre como o surgimento de um financiamento colaborativo dentro da campanha de financiamento colaborativo da Metamáquina, projeto para a produção de impressoras 3D de baixo custo no Brasil, abriu um mundo de possibilidades para as futuras captações.
O metacrowdfunding, porém, foi apenas um dos aspectos do sucesso do projeto, uma vez que o grupo de cem pessoas de Porto Alegre contribuiu com R$ 2.900 dos R$ 30 mil arrecadados.
Exposição na mídia, divulgação intensa na reta final e mobilização dos apoiadores, como conta na entrevista abaixo Rodrigo da Silva, um dos responsáveis pela iniciativa, foram essenciais para levantar R$ 18 mil nos quatro últimos dias de campanha.

Catarse: Dos R$ 30 mil, R$ 18 mil foram arrecadados nos últimos quatro dias de campanha. Como isso aconteceu?
Rodrigo da Silva: Antes de mais nada, nós já imaginávamos que muita gente deixaria para contribuir na última hora. Por conta disso, nós guardamos as energias para uma divulgação mais intensa para os últimos dias. Além disso, dois fatores que contribuíram muito com a arrecadação nos últimos dias foram a menção na mídia (Folha de São Paulo, caderno Tec, dois dias antes do prazo final) e também algumas contribuições de valores mais altos que fomos negociando em paralelo e que foram confirmadas nos últimos dias.
Uma estratégia que funcionou bem foi contatar as pessoas que já haviam apoiado o projeto pedindo que elas repassassem uma mensagem para seus contatos, seja por e-mail ou por redes sociais. Algumas horas após enviar esse e-mail já percebemos um substancial aumento na quantidade de apoios.
O que vocês acharam do surgimento de um crowdfunding dentro do crowdfunding criado pelo grupo de Porto Alegre?
Achamos que isso foi uma ideia incrível, e nos espantou o fato dela ter surgido espontaneamente praticamente no último dia e ter dado certo tão rápido. Queremos ver mais metacrowdfundings rolando por aí!
Como vocês avaliam a experiência com o crowdfunding?
Para nós foi algo muito gratificante, pois conseguimos garantir a produção do primeiro lote e da documentação, sem falar na divulgação decorrente do projeto no Catarse. Além disso, acreditamos que o crowdfunding tem muito a ver com o conceito da Metamáquina e com o nosso vínculo com as comunidades de software livre e de hardware aberto, portanto esta foi a opção natural quando pensamos em como viabilizar a produção do primeiro lote de Metamáquinas 3D.
Para segurar a onda naquela época braba do ano entre o Carnaval e o Reveillón, o pessoal parece que resolveu se engajar em projetos de financiamento colaborativo aqui no Catarse.
Dos 26 projetos que encerraram a campanha de captação em março, 15 (58%) foram bem-sucedidos e arrecadaram quase R$ 136 mil, mais do que o dobro dos R$ 62 mil de fevereiro.
A taxa de sucesso das iniciativas do mês (58%) também foi mais alta do que a média de 51% da plataforma.
O maior projeto do período foi a Metamáquina 3D, que sozinha levantou R$ 30 mil (22% do total arrecadado). A campanha foi tão empolgante que conseguiu R$ 18 mil nos últimos quatro dias e fez nascer um crowdfunding dentro do crowdfunding.
O valor financeiro do menor projeto concluído em março é inversamente proporcional ao seu valor comunitário, emocional e artístico. Ao juntar R$ 1.145 com 27 apoiadores, o escritor Celi Márcio Santos vai conseguir publicar outra tiragem do seu livro de poemas e enviá-los a escolas e bibliotecas de sua cidade natal, Jordânia (MG).
Março não foi apenas um bom mês para a colheita de projetos, mas também para a semeadura: 28 novas ideias entraram no ar para captação. Apoie uma delas e ajude a fazer crescer esses brotos.

A palavra “meta” tem diferentes significados de acordo com sua origem e uso. Como prefixo oriundo do grego, pode significar uma posição posterior (metacarpo), mudança (metamorfose), transcendência (metafísica) ou uma reflexão sobre si (metalinguagem). Como substantivo feminino derivado do latim pode ser um marco, baliza, limite ou alvo.
No começo do mês, o projeto Metamáquina para construir impressoras 3D de baixo custo no Brasil foi bem-sucedido aqui no Catarse. Dos R$ 30 mil captados, R$ 18 mil foram nos últimos quatro dias do prazo.
Um dos quatro kits completos vendidos para montar a impressora foi comprado por um grupo de 100 pessoas de Porto Alegre que se juntaram para pagar os R$ 2.900 necessários.
É possível que o surgimento de um crowdfunding dentro do crowdfunding tenha feito a campanha de arrecadação do projeto juntar todos os significados da palavra “meta”.
O metafinanciamento provocou uma reflexão sobre o próprio financiamento colaborativo que pode ser um marco para as mudanças nas campanhas de captação num momento posterior. É como descobrir que dentro da bonecona russa do crowdfunding há outra e perceber a infinitude do desdobramento dessa lógica.
“Eu apoiei o projeto no Catarse e fiquei pensando como seria legal poder usar a máquina. Eu não queria tê-la. Não tenho onde pôr, não vou usar com frequência. Achei que mais gente poderia querer dividir uma, pagando pouquinho e rachando com muita gente. Deixando a máquina em um espaço de acesso comum. Financiamento e uso colaborativo”, explica Daniel Larusso.
No dia seguinte, o último dia de arrecadação da Metamáquina, ele criou um grupo no facebook para juntar 100 pessoas interessadas em pagar R$ 29 para compartilhar uma impressora 3D e convidou alguns amigos, que convidaram seus amigos e espalharam a ideia. Àquela altura, o projeto ainda não tinha atingido a meta e pairava uma dúvida sobre o sucesso do financiamento.
O receio, porém, não foi suficiente para evitar que em poucas horas a centena de proprietários da impressora fosse reunida. O barulho, a emoção e a excitação com a empreitada foram tamanhos que até mesmo pessoas de fora de Porto Alegre compraram uma parte da impressora como forma de apoio à causa. Larusso colocou sua conta à disposição para receber os depósitos, que eram registrados em uma tabela compartilhada.
Depois de concluído o processo de arrecadação do dinheiro para comprar a impressora, as decisões sobre como e onde montar e deixar a impressora continuam a ser tomadas coletivamente através do grupo criado no facebook.
“Ainda não sei afirmar o aprendizado. Estamos todos aprendendo juntos”, conclui Larusso, para nossa unânime concordância.
Se quiser, você pode acompanhar as discussões e rever todo o processo de mobilização aqui no grupo do facebook.
Dez projetos entraram no ar no Catarse na semana passada. O período foi dividido entre os projetos de música e de cinema vídeo, cada um com quatro representantes. As duas exceções, exatamente pelo seu caráter extraordinário, são os primeiros destaques do post dessa semana sobre as novidades aqui da plataforma.
Plástico Bolha #32 – Literatura
Sob o slogan “aparentemente insólito”, começou a circular pelos pilotis da Puc-Rio em março de 2006 o jornal literário Plástico Bolha, um periódico trimestral, independente e gratuito feito por alunos de letras que queriam publicar seus textos.
De forma aparentemente insólita, seis anos depois o jornal se expandiu para outras faculdades, cidades e estados e alcançou a tiragem de 13 mil exemplares. As dificuldades da publicação, porém, continuam.
Através do Catarse, agora, você pode ajudar a financiar a 32ª edição do tablóide de 16 páginas que divulga autores estreantes e revela novos talentos da literatura brasileira.
Inspirada na obra literária “Pasárgada”, de Manuel Bandeira, a peça “A Mulher sem Face” traça o drama de uma personagem que busca em suas recordações sua própria identidade. Em tempos de mudanças velozes e indecifráveis, é difícil pensar uma procura mais contemporânea.
O final do vídeo do projeto é angustiante e divertido. A tela dividida em quatro traz em cada uma a dramaturga e atriz Catarina Dall’orto com o mesmo enquadramento. O áudio, porém, varia entre os quadros, enquanto tentamos identificar a que vídeo eles corresponde. Talvez uma pontada da busca enfrentada pela própria personagem.
Ao brincar com a frase de Vinicius de Moraes de que “São Paulo é o túmulo do samba”, o compositor Roberto Riberti resolveu ressuscitar a própria carreira. Sem gravar nada desde 1985, decidiu fazer um disco só de sambas com uma identidade paulista. Escreveu a música “Túmulo do Samba”, que dá nome ao CD
Além da ajuda de grandes músicos e antigos parceiros como Paulo Vanzolini, Elton Medeiros, Eduardo Gudim e MPB4, Riberti pede a sua contribuição para concretizar esse álbum.
“O Fla-Flu não tem começo. O Fla-Flu não tem fim. O Fla-Flu começou quarenta minutos antes do nada”, escreveu Nelson Rodrigues sobre o clássico mais charmoso do mundo.
Se “tudo se acaba, menos o Fla-Flu”, o documentário “Fla-Flu: 100 anos de paixões” quer evitar que se perca essa memória secular, infindável e cheia de glórias, derrotas, traições, tradições e multidões.
Além de financiar a o filme, você pode fazer parte dele ao mandar sua foto e contar ao site dos realizadores sua história sobre o clássico das multidões.
Depois de uma calmaria proposital aqui no blog para discutirmos os caminhos da comunicação do Catarse, voltamos agitar as águas do financiamento colaborativo.
A primeira mudança é que, a partir de hoje, vamos publicar toda segunda-feira os projetos de destaque que entraram no ar no Catarse na semana anterior. Essa é uma forma de mantê-los atualizados sobre as melhores novidades que aportam por aqui.

Grande destaque da semana passada, o Pimp My Carroça vai reformar os veículos puxados pelos catadores de material reciclado em São Paulo. Depois de serem consertadas, grafitadas e de receber itens de segurança as carroças serão expostas em uma carroceata! E o carroceiros também passam por um check up.
O projeto do grafiteiro Mundano é um exemplo de iniciativas que temos orgulho de receber no Catarse. Através da arte, dá-se visibilidade e segurança a verdadeiros agentes ambientais e traz mais cor e alegria para a cidade de São Paulo. Se não bastasse isso, ainda tem um vídeo sensacional para explicar o projeto.
Urban Garden
Diferentemente de plataformas de financiamento colaborativo pelo mundo, ainda não temos uma cultura de receber projetos de design de produtos. Então, quando recebemos uma ideia legal de produto, ficamos tão felizes que queremos contar para o mundo.
O projeto Urban Garden é daqueles que são geniais pela simplicidade. A sacada é permitir que as pessoas possam pendurar vasos de flores e plantas na parede através de placas magnéticas. Se há um tempo você quer trazer vida para o seu apartamento ou cultivar uma hortinha com alecrim, manjericão e outras ervas em plena cidade, essa é uma ótima chance. Você não vai encontrar nada tão bonito, prático e barato em lojas de decoração para fazer o seu jardim urbano.
Mais de três foi o diabo que fez
Os anos 80 foram surreais no mundo todo. É possível entender o encadeamento de fatos históricos da evolução cultural de cada década no século 20. Quando chega-se, porém, aos anos 80, parece que falta algo para compreendermos completamente fenômenos como o pop, o new wave, a música eletrônica e os vídeo games.
Para nos ajudar a achar o elo perdido da década perdida é que existem projetos como Mais de Três Foi o Diabo que Fez. Desvendar a história da música “Você Não Soube me Amar”, o ponta pé inicial do BRock, através de um filme, pode colocar uma importante peça na construção do conhecimento sobre esse período obscuro e fascinante.
Obrigada por me deixar assim
Clara, uma estudante de cinema, apaixona-se por um calouro da sua faculdade ao assistir a um curta dele. Essa identificação imediata discutida no filme “Obrigada por me deixar assim” é mais ou menos o que sentimos quando nos deparamos com projetos bacanas como esse. A diferença, talvez, é que aqui no Catarse é mais fácil se tornar parte do que amamos. Aliás, obrigado a todos os apoiadores que concretizam diariamente projetos que nos deixam assim…