Financiamento coletivo no Brasil – Blog do Catarse

Geral

Nossa taxa de serviço – Parte 2:
6 benefícios que você deve aproveitar

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Na primeira parte desta série contamos de onde vem e como é utilizado o dinheiro que ganhamos pela taxa de serviço (13%) que cobramos dos projetos bem-sucedidos. Para que essa taxa faça sentido, precisamos entregar aos realizadores serviços que façam valer a pena esse investimento.

Nós não gostamos nem um pouco de propostas de valores vazias e baseadas apenas em promessas (já basta boa parte dos políticos pra isso, né?), então vamos aos detalhes sobre como entendemos que geramos valor para você, realizador. ;)

1 – Credibilidade

Muitas pessoas têm medo de se arriscar no financiamento coletivo: as pessoas vão querer apoiar meu projeto pela internet? Eu realmente vou receber o dinheiro depois? As transações são seguras? As pessoas vão ter sua privacidade preservada?

Nos últimos anos, centenas de milhares de apoiadores e realizadores confiaram no Catarse e nos ajudaram a construir uma cultura brasileira de financiamento coletivo. Isso não aconteceria sem transparência, segurança e seriedade como fundamentos do nosso dia-a-dia e do nosso parceiro de pagamento Pagar.me, que possui a mais avançada certificação mundial de segurança em transações online.

2 – Entregar uma ferramenta cada dia melhor

Nós temos tesão em propor uma experiência sempre melhor para os realizadores que confiam seus projetos à nossa plataforma. Todo mês alguma novidade ou melhoria (e às vezes são várias) é colocada no ar para ajudar os realizadores em suas campanhas. Temos uma categoria aqui no nosso blog dedicada as novidades da nau Catártica.

Se você tem um projeto em mente hoje, com certeza quando ele for ao ar, a plataforma estará ainda melhor pra te ajudar. ;)

3 – Atendimento com amor <3

No fim das contas, é tudo sobre pessoas e pessoas são tudo o que mais importa. Desde o dia que o Catarse foi para o ar (no início de 2011) nos esforçamos para vestir os sapatos alheios e dialogar de uma maneira humana e empática com todos que interagem conosco. É simples: agimos como gostaríamos que fôssemos tratados (e sem parecermos robôs!).

Isso não quer dizer que não temos diretrizes e opiniões próprias (mandar a real é um lema por aqui), mas oferecer carinho e atenção é a forma com que gostamos de nos relacionar. E vale tanto pra quem propõe um projeto, quer apoiar uma iniciativa ou é só um curioso. (Atualização Junho 2016. Nós eliminamos o processo de análise. Agora qualquer um pode publicar um projeto, desde que siga algumas regras básicas.Saiba mais aqui.)

4 – Agilidade e pouca burocracia

Sabe aqueles formulários e planilhas que dão até vontade de sair da frente do computador e lavar uma pilha de louça, de tão chato que é encarar aquela burocracia toda? Pois é, também achamos isso um pé no saco.

Preferimos acreditar nas pessoas e sabemos que, quando se fala de burocracia, menos é mais: mais tempo para você focar o seu projeto, divulgar sua ideia, fazer parcerias.

Fazer um processo ágil, desde a publicação do projeto até você estar com o dinheiro captado na sua conta bancária, é uma das razões que fazem o financiamento coletivo ter um baita sex appeal.

5 – Acesso à maior comunidade de financiamento coletivo do Brasil

Milhares de pessoas navegam no Catarse todos os dias. E isso gera um mar de oportunidades:

  • se o seu projeto estiver bem comunicado (vídeo, imagens e textos atrativos), pode atrair novos apoiadores que estavam apenas navegando no site ou apoiando outros projetos;
  • todo mundo que apoia um projeto recebe indicações de projetos semelhantes, ou seja, quanto mais realizadores captando no Catarse (principalmente da sua categoria), mais pessoas de fora da sua rede saberão sobre o projeto;
  • mesmo que uma pessoa acesse o seu projeto e não contribua com grana, ela pode virar um importante divulgador ou oferecer outro tipo de recurso para ajudar na realização do seu projeto (trabalho voluntário, materiais, contatos, etc.);
  • muitos dos realizadores que já tiveram projetos financiados estão super dispostos a ajudar marinheiros de primeira viagem: você ganha uma boa porta de acesso para compartilhar experiências e turbinar sua campanha.

6 – Fonte de pautas para a mídia

Praticamente todos os dias, blogs, jornais, revistas, programas de TV noticiam projetos que estão no ar no Catarse (olha só uma amostra). Muitos jornalistas e blogueiros utilizam o Catarse como fonte de pautas e, se o seu projeto estiver bem formatado e tiver uma causa atrativa, ele pode alcançar um espaço na mídia que seria difícil se você estivesse captando recursos de outra maneira.

Opinião de quem já se jogou no mar de (boas) incertezas do financiamento coletivo

Preço e valor são elementos diferentes. Preço é estático, um número. Valor é subjetivo, uma interpretação. Do ponto de vista de quem busca um serviço, o valor será maior quanto mais aquele serviço ajudar a suprir as necessidades demandadas.

Grande parte do valor que é oferecido pelo Catarse só é percebido após o realizador já ter se arriscado nessa jornada. Para tentar deixar isso um pouco mais tangível, pedimos a dois realizadores para compartilhar como foram suas experiências ao financiar seus projetos coletivamente.

A jornalista Natália Garcia, financiou o Cidades Para Pessoas parte 1 e parte 2

O Catarse não é uma plataforma de financiamento de crowdfunding. Essa foi apenas a ferramenta utilizada por um grupo de jovens idealistas que queriam ajudar a colocar em prática ideias para um mundo melhor. Para mim, a principal vantagem de viabilizar projetos no Catarse foi justamente trabalhar junto dessas pessoas, que se preocupam menos com rentabilidade e modelo de negócios, para poder focar na boa relação com idealizadores e apoiadores de campanhas – e, consequentemente, na inovação constante de sua plataforma, para atender a cada vez mais ideias. A rentabilidade, a reputação e o crescimento são consequências.

O grafiteiro Thiago Mundano financiou edições da ação Pimp My Carroça em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Curitiba.

Já doei, fiz campanha e criei projetos bem sucedidos no Catarse, como o “Pimp My Carroça”, mas fui entender mesmo como essa ferramente maravilhosa funciona de verdade quando tive o prazer de conhecer a equipe e o trabalho por trás do primeiro e maior site de financiamento coletivo do Brasil. Descobri que o que move essa galera é ver cada vez mais projetos independentes sendo realizados, com transparência e código aberto. Estão sempre tentando aperfeiçoar as ferramentas, selecionando projetos incríveis e ajudando para que sua ideia seja viabilizada. E foi por isso que, quando os voluntários queriam produzir o Pimp My Carroça em Curitiba, optamos de novo pelo Catarse e novamente o projeto foi bem-sucedido e continua fazendo história por aí!

Mesmo acreditando que estes valores que entregamos são importantes para ajudar muitos projetos a sair do papel, temos gana de melhorar e oferecer um serviço sempre melhor. E aí fica a pergunta: o que mais vocês acham que deveríamos oferecer para os realizadores terem uma experiência ainda melhor nas suas campanhas?

  • Gabriel Reguly

    Diego, muito legal ter encontrado este post :)

    Tinha a impressão (equivocada)
    de que o Catarse era apenas uma espécie de agiota eletrônico, que
    cobrava uma taxa excessiva pelo acesso ao dinheiro de outros.

    Mas isto se desfez agora lendo o que escreveste.

    Parabéns pelo serviço e sucesso à vocês.

    Abraços,
    Gabriel

    • http://catarse.me/ Diego Borin Reeberg

      Oi Gabriel!

      Muito obrigado pela mensagem. :-)

      Que bacana que a partir desse texto a gente conseguiu abrir um diálogo contigo para deixar tudo mais transparente.

      Sempre que tiver dúvidas sobre como funcionamos ou alguma peculiaridade do Catarse ou até do financiamento coletivo, é só mandar um e-mail no contato@catarse.me que tentaremos te ajudar.

      Você viu também o 1º post que a gente fala um pouco mais sobre para onde vai o dinheiro que ganhamos? Se não, segue o link: http://blog.catarse.me/nossa-taxa-de-servico-parte-1-de-onde-vem-e-pra-onde-vai-o-dinheiro-do-catarse/

      Um abraço!

      • Gabriel Reguly

        Já tinha visto o primeiro post também :)