Financiamento coletivo no Brasil – Blog do Catarse

Geral

Somos muitos fazendo muito: um pouco do que rolou no CoCidade 2015

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Quadrinhos, Música, Cinema, Arte, Inovação, Sustentabilidade. No CoCidade 2015, foram celebradas iniciativas colaborativas para todos os gostos e interesses. O Catarse fez mais uma vez parte dessa festa e acompanhou de perto as atividades que aconteceram no último sábado (26), na Praça das Artes, no centro de São Paulo.

Quem passou pela Expofeira e não experimentou a cachacinha e a rapadura oferecida pelo pessoal do Ecos do Caminho do Sertão vacilou. Era o acompanhamento perfeito para curtir as fotos e vídeos do trabalho e, caso tivesse apoiado o projeto, retirar suas recompensas. Quem também aproveitou o CoCidade para promover a entrega de recompensas foi o Márcio Sequeira, do Mola.

No mesmo corredor das “banquinhas” do Catarse, do Mola e do Ecos do Caminho do Sertão, estavam os projetos Jardino – Objeto2 e Causos, ambos em fase de captação. O Jardino é um irrigador inteligente, que detecta a necessidade de água de plantas por meio de um sensor (colabore!). Já Causos são óculos de madeira que, como o nome sugere, carregam história. Eles são feitos com materiais de demolição e de reuso (e são lindos, colabore!).

Tauan Bernardo, do Jardino - Objeto2

Tauan Bernardo, do Jardino – Objeto2

Também ligado à sustentabilidade, o Cidade Azul iniciou sua arrecadação no CoCidade e premiou seus primeiros apoiadores com plantas e squeezes. O projeto quer mapear rios enterrados na cidade de São Paulo. Bem próximo ao estande do Cidade Azul estava o Bora Plantar, projeto muito bacana de mutirão de plantio para recuperação das matas ciliares às margens de rios e nascentes de São Paulo. Colabore!

Um estande que chamou bastante atenção de quem passava pela Expofeira foi o do projeto Onde Jazz Meu Coração, de Ryane Leão. Para ajudar no financiamento coletivo de seu primeiro livro, ela vendeu pôsteres e lambes na feira. Se houve espaço para o amor, houve também para o sexo: o pessoal do Pop Porn Festival, que já financiou algumas edições do evento no Catarse, também apresentou o projeto na feira.

Quadrinhos, categoria com mais projetos no ar no Catarse, foi bem representada na CoCidade. Em estandes vizinhos, estavam os projetos Quad e 9 horas. A turma do Quad tinha originais, camisetas e unidades do  Quad 1 e 2 para vender – a terceira edição foi financiada neste ano. Já Rodrigo Ciola Solsona, autor do 9 horas (que está em fase de captação, colabore!) fez ilustrações durante a feira, veja no vídeo abaixo.


Performances

Não foi apenas a turma do HQ 9 horas que realizou desenhos durante a feira. Na tenda do Pimp My Carroça, bem em frente à Praça das Artes, a grafiteira Crica pintou uma carroça durante o CoCidade. Confira o processo neste vídeo.

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Outros dois projetos que estão no ar no Catarse se destacaram no CoCidade. Bem próximo à mesa de Ping Pong do Ping Point estavam jogos do Fast Food da Política Brasileira. Um “cara a cara” gigante e uma espécie de ‘twister’, ambos com fotos de políticos brasileros, podiam ser praticados pelo público da feira. Já a Casa da Xiclet, cuja campanha de financiamento coletivo se encerra na próxima sexta, 02/10, chamou atenção do público com a placa “Ouve-se problemas por R$ 1,99 a hora”. Não faltou interessado – nem problema – na intervenção.

Bateria da Filhos da Santa

Bateria da Filhos da Santa

A música, é claro, foi parte fundamental no festival. Durante a tarde, a escola de samba Filhos da Santa animou a avenida São João com sua bateria. O grupo, que está com um projeto no Catarse, também expôs seu material de campanha em um estande na Praça das Artes, logo ao lado do pessoal do Zons. Mais tarde, a banda Charlie e os Marretas se apresentou no palco montado no encontro da avenida com o vale do Anhangabaú.

Mais fotos do Cocidade na galeria abaixo e no Instagram do Catarse: