O ano já começa bem movimentado no Catarse. O mês de Janeiro traz jogos que transformarão as mesas do país, histórias inéditas no Brasil que resgatam a tradição coreana, quadrinhos sobre as cicatrizes deixadas pelo passado, destaque para o jornalismo independente e até mesmo curtas sobre habitantes de pequenas cidades búlgaras. Conheça os projetos que estão chegando em Janeiro, no Catarse!
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Dragonbane
Dragonbane é um RPG clássico de fantasia, repleto de magia, mistério e aventura. Ele é projetado para possibilitar um jogo rápido e ágil, com pouquíssimo tempo de preparação e um sistema prático sem enrolação!
Com uma proposta de caixa de ferramentas modular onde você usa somente o que lhe interessa, e conhecido como jogo de caos e coragem, Dragonbane é feito para ser mortal e brutal, mas ao mesmo tempo abre espaço na mesa para risadas e até mesmo uma pitada de tolice, com a adrenalina no máximo e sempre à beira do clímax!
Originalmente chamado Drakar och Demoner, o jogo é o primeiro — e também o maior de todos — RPG da Escandinávia, tendo sido lançado originalmente em 1982. Agora, com mais de 40 anos de existência e após várias edições, sua mais nova versão, criada e publicada pela Free League e premiada com o Ennie Awards, a maior premiação de RPG do mundo, Dragonbane chega ao Brasil para transformar de vez as mesas de jogo do nosso país.
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Lendas e contos populares coreanos
Lendas e contos populares: sete histórias da tradição coreana, edição inédita no Brasil, resgata mitos, lendas e narrativas da Coreia do século XIX, registradas em 1889 pelo médico e diplomata Horace Newton Allen.
São sete histórias da tradição oral coreana, com tigres, coelhos, heróis injustiçados, filhas devotas e amores impossíveis — um imaginário que dialoga com o universo que inspira doramas como Alchemy of Souls, Goblin e produções históricas ambientadas na era Joseon, como Love in the Clouds.

O Corcunda de Notre-Dame
O épico gótico de Victor Hugo pela arte monumental de Georges Bess. Depois de nos assombrar com suas adaptações de Drácula e Frankenstein, ele agora mergulha nas sombras da Paris medieval para dar vida a O Corcunda de Notre-Dame, o clássico imortal de Victor Hugo. Uma obra visceral, detalhada em cada traço, que eleva a tragédia de Esmeralda, Quasimodo e Frollo a um novo patamar.

Revista Breeza
A Breeza é uma revista online e podcast de jornalismo independente com motivo e impacto. Com base em pautas que importam ao público, a revista defende liberdades individuais, cultura canábica e psicodélica, justiça social, usar drogas de forma consciente e responsável, ver prazer em ser quem somos de verdade, com saborosas e reveladoras conversas franquíssimas com as pessoas que mais influenciam a nossa sociedade.
Com repercussão real na política, na mídia e nas leis, pautando jornais, revistas, deputados, os corredores e os palanques de Brasília, a Breeza agora chega com a campanha para financiar sua primeira edição impressa.
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Nada Floresceu em 99
Uma HQ sobre memória, culpa, amadurecimento e as cicatrizes deixadas pelo processo.
Na primavera de 1999, em uma cidadezinha gaúcha, três amigos investigam o desaparecimento de um colega. O suspeito, a folclórica figura do Velho do Saco. Abandono, preconceito e a violência silenciosa do mundo adulto marcam o trajeto de Rafael, Marina e Tales, fazendo do que parecia uma aventura, uma travessia sem retorno. Anos depois, Rafael revisita aquele período tentando entender não só o que aconteceu com Gustavo, mas quem ele próprio se tornou depois disso.

Ọkàn - Axé e Vivências Femininas
A coletânea Ọkàn nasce do encontro entre escrita, espiritualidade e ancestralidade. Com o lançamento de “Ọkàn – Antologia de Axé | Volume 2” e “Ọkàn Omi – Nossas águas, memórias e escrevivências”, este financiamento coletivo não viabiliza apenas dois livros: ele sustenta a continuidade de uma literatura que resiste, educa, acolhe e reafirma identidades historicamente silenciadas.
Os livros reúnem contos, poemas, poesias e crônicas que falam de devoção, ancestralidade, cotidiano, espiritualidade e identidade. Textos que nascem da vivência real de mulheres que vivem o axé, que caminham entre mundos, que carregam no corpo e na palavra histórias atravessadas pela fé, pela resistência e pelo amor às suas raízes.
Ọkàn escreve sobre fé e devoção não como exotismo, mas como experiência cotidiana, como herança de família, como território sagrado de afeto e resistência. Cada página carrega axé porque nasce da vivência real de quem cultua, sente e acredita.

Púcaro Búlgaro: O espírito de uma cidade imaginada
Uberaba-BRA produziu um dossiê em vídeo para sua pré-candidatura para sediar os Jogos Olímpicos de 1996. O vídeo original, criado no final dos anos 1980, foi encontrado em 2025 no acervo de uma biblioteca da cidade de Pernik, no interior da Bulgária.
Esta é a premissa do projeto de curta-metragem documentário Púcaro Búlgaro: O Espírito de uma Cidade Imaginada, que é inspirado no romance O Púcaro Búlgaro, livro do escritor uberabense Campos de Carvalho. O livro conta a história de um narrador que, ao se deparar com um púcaro búlgaro em um museu, questiona sobre a real existência da Bulgária. Já o filme vai no caminho inverso: ao encontrar a misteriosa fita VHS, um arquivista búlgaro se pergunta se a Uberaba retratada no vídeo seria real ou fictícia enquanto tentar decifrar como aquela fita chegou até seu vilarejo.
Púcaro Búlgaro: O Espírito de uma Cidade Imaginada é um documentário imaginativo e observacional que acompanha os preparativos para a cerimônia Kukeri, em que habitantes de pequenas comunidades búlgaras se vestem de monstros para espantar os maus espíritos e garantir a prosperidade no ano que se inicia. O arquivista, enquanto ajuda a organizar a celebração, percebe que, de certa maneira, a cultura búlgara e a daquela cidade imaginada se fundem. Afinal, ambas são cidades que convivem com espíritos e que trabalham para garantir a prosperidade e o desenvolvimento cultural, histórico e humano.
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